Sede e Fome do Conhecimento de Cristo

Divulgação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, a genuína Palavra de Deus. [ Eis que vêm dias, diz o SENHOR Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR. Amós 8:11]

29 29UTC outubro 29UTC 2008

Mensagem

criado por pr.odilon    13:57 — Arquivado em: Pensamento

21 21UTC outubro 21UTC 2008

O QUE É O JUDAÍSMO MESSIÂNICO?

Judaísmo Messiânico não é um movimento completamente novo, mas antes a ressurreição de um movimento muito antigo. A identidade descrita sob o termo "Judaísmo Messiânico" era a identidade dos apóstolos e a comunidade de seguidores judeus "do Caminho" no primeiro e segundo séculos.  Judaísmo Messiânico é considerado por seus partidários como a mais recente fase no desenvolvimento histórico do autêntico Judaísmo Bíblico. É a religião de Abraão, Moisés, Davi, e dos profetas, cumprida pela vinda de Yeshua (Jesus) o Messias.
EM QUE O JUDAÍSMO MESSIÂNICO É DIFERENTE DO JUDAÍSMO TRADICIONAL?  Quanto ao Judaísmo Messiânico, o Judaísmo que acredita em Yeshua (Jesus) como Messias, os fatos são como segue:
A autoridade exclusiva para fé e prática é a Bíblia e consiste do Antigo e Novo Concerto. O Judaísmo tradicional ensina que o Tanach (Escrituras hebraicas) e o Talmud são a Palavra Eterna de Deus, que ao Novo Testamento falta esta autoridade, e aquele Yeshua não é o Messias. O Judaísmo Messiânico, em contraste, ensina que o Tanach e as Escrituras do Novo Testamento são junto a Palavra Eterna de Deus, que o Talmud não tem esta autoridade, e que Yeshua é o Messias.
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O JUDAÍSMO MESSIÂNICO E O CRISTIANISMO TRADICIONAL ? Durante 19 séculos, com raras exceções, tinha-se tornado habitual colocar o Cristianismo acima e contra o Judaísmo, como sua Antítese. Desde o segundo século, muito se ensinou na Igreja que o Cristianismo é uma religião separada e distinta de Judaísmo. Embora os cristãos biblicamente fundamentados reconheçam que isto foi um erro, ainda é uma visão fortemente defendida entre muitas igrejas. Esta perspectiva promoveu a doutrina anti-bíblica segundo a qual as Escrituras hebraicas foram substituídas historicamente pelo Novo Testamento, que a Igreja substituiu Israel como as pessoas do pacto de Deus, e que aquele primeiros discípulos de Yeshua foram convertidos da religião judaica para uma nova religião chamada Cristianismo. O Judaísmo Messiânico, em contraste, acredita que Yeshua não veio estabelecer uma nova religião, mas de fato cumprir uma antiga (Mateus 5:17). Defende a visão de que o Novo Testamento é uma continuação das Escrituras hebraicas (2 Timóteo 3:16), e enfatiza o amor de Deus e fidelidade para as pessoas judias (Romanos 11), ensinando aquele gentios a compartilhar (não assumir) as bênçãos que Deus deu a Israel (Romanos 15:27). Finalmente, o Judaísmo Messiânico combate a idéia de que aquelas pessoas judias que seguem Yeshua se tornam convertido a outra religião, mas de fato permanecem judeus, judeus Messiânicos (Colossenses 4:11).
O QUE É UMA CONGREGAÇÃO JUDAICA MESSIÂNICA? Imagine uma sinagoga onde o rabino, anciãos e toda a congregação praticam os ensinos das Escrituras Hebraicas e o Novo Testamento. Esta é uma congregação Judaica Messiânica. Joseph Rabinowitz estabeleceu a primeira Sinagoga Messiânica conhecida dos tempos modernos em Kischineff, Rússia, 1882. Foi chamada "Sinagoga da Congregação de Israelitas do Novo Conserto." COMO AS CONGREGAÇÕES JUDAICAS MESSIÂNICAS SATISFAZEM AS NECESSIDADES DAS PESSOAS JUDIAS? "Como a um judeu será permitido manter a sua herança de Shabbat e festas enquanto estiver seguro ao pilar da revelação em Yeshua? Como um judeu permitirá aos seus filhos o crescerem com um senso de herança, ter um Bar Mitzvah e manter um envolvimento contínuo na comunidade judaica? A Sinagoga não abrirá sua porta para treinar as suas crianças e a maioria de igrejas locais não proverá isto. Como então? A resposta é claramente congregacional, para uma pessoa comum pode ser muito difícil ou até inadequado conseguir isto sozinho, ou através de simples encontros mensais ".
Os judeus são chamados por Deus para serem um povo especial e duradouro (Jeremias 31:35-36). Então, é importante para os judeus messiânicos manterem a sua identidade judaica e passar esta herança para a próxima geração. As Congregações Judaicas messiânicas ajudam a realizar isto dos seguintes modos: Rabino/Rosh
As Congregações Judaica messiânicas provêem uma base de liderança que pode dar visão, conhecimento, sabedoria, discernimento e aconselhamento aos membros da comunidade com respeito a fé bíblica e estilo de vida judaico.
As Congregações Judaicas messiânicas estimulam o comer as comidas biblicamente limpas.
Vestuário
As Congregações Judaicas messiânicas provêem um ambiente onde os homens podem usar o kippa (coberta de cabeça), tallit (manto de oração), tsitsit (franjas) e tefillin (filactérios). As mulheres às vezes também usam cobertas de cabeça apropriadas.
Símbolos
As Congregações Judaicas messiânicas apreciam objetos judaicos e símbolos que servem como lembranças das Escrituras e identidade judaica. Estes incluem Rolos da Torah, cálices de kiddush, menorás de sete braços, etc.
Música
As Congregações Judaicas messiânicas usam formas judaicas de música nos seus serviços e celebrações. Eles também têm amor pelo povo israelita e pela dança Chassídica.
Siddur
As Congregações Judaicas messiânicas incorporam nos seus serviços elementos selecionados do Siddur, o livro de oração judeu tradicional.
Comunidade
As Congregações Judaicas messiânicas são ativamente envolvidas na comunidade judaica local. Eles encorajam que os seus membros visitem outras sinagogas, assistam seminários em assuntos judaicos, e se afiliem a organizações filantrópicas judaicas.
Hebraico
As Congregações Judaicas messiânicas na diáspora estimulam a aprender hebraico como um segundo idioma. Os seus membros são estimulados a assistir aulas de hebraico, conversam com locutores fluentes e aprendem a liturgia hebraica.
Israel
As Congregações Judaicas messiânicas vêem Israel como uma pátria judaica. Os membros freqüentemente apoiam financeiramente a nação, participam de excursões anuais, e consideram fazer aliyah (retornar à terra).
Circuncisão
As Congregações Judaicas messiânicas promovem a prática bíblica do britmilah (mandamento da circuncisão) para crianças judias.
Crianças
As Congregações Judaicas messiânicas proporcionam para as crianças instrução nas Escrituras, e no significado e importância de viver um estilo de vida judaico bíblico. Freqüentemente, esta educação conduz para Bar Mitzvah ou Bat Mitzvah (uma cerimônia de passagem).
Educação de adulto
As Congregações Judaicas messiânicas buscam corrigir esta visão equivocada de Yeshua através do ensino, estimulando a pesquisa em fontes primárias como o Testamento Novo, e fontes secundárias, inclusive os escritos de Josefo, livros não-canônicos, targums aramáicos, literatura rabínica antiga e achados arqueológicos como os Rolos do Mar Mortos. Trabalhos contemporâneos sobre o Jesus histórico e o lugar do Messias no Judaísmo são valiosas fontes adicionais. As Congregações Judaicas messiânicas acreditam que a história apoia a perspectiva delas, e que esses que pesquisam a vida de Yeshua e seus ensinos, em última instância chegarão à mesma conclusão. 

criado por pr.odilon    9:47 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

Em Agonia num Jardim

Tendo terminado a Festa da Páscoa e tendo sido proferidos o discurso de João 14-16 e a oração de João 17, Jesus atravessou o vale com os onze discípulos para o monte das Oliveiras. Muitas vezes ele se retirou para aquele monte e ia até o jardim do Getsêmani para descansar, orar e ter momentos de comunhão com os discípulos, muitas vezes também passando a noite ali (Lucas 21:37; João 18:2). Essa noite era diferente. Ele estava bem consciente do que lhe esperava. Ele já tinha sido traído por um de seus apóstolos e vendido por 30 moedas de prata; o impetuoso Pedro o negaria três vezes antes do galo cantar na manhã seguinte; os demais apóstolos se espalhariam como ovelhas sem pastor; ele passaria pela farsa de um julgamento, seria despido, açoitado, esbofeteado, cuspido e por fim crucificado. Sabendo plenamente tudo o que estava para acontecer, ele procurou um lugar solitário para orar.

Jesus deixou oito dos discípulos na entrada do jardim e disse: "Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar" (Mateus 26:36). Depois levou Pedro, Tiago e João consigo para o jardim. Então aconteceu aquela espantosa e misteriosa agonia: ele começou a ficar profundamente triste, como se estivesse para morrer. Ele se virou para os três e disse: "Ficai aqui e vigiai comigo" (Mateus 26:38). Afastando Jesus só um pouco deles (Lucas 22:41), caiu com o rosto em terra e orou: "Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39).

O nosso Senhor estava prestes a andar pelo "vale da sombra da morte" e era como uma tempestade que estava sobre ele. Será que estava com medo de morrer? Terá sido esse o motivo de sua agonia? Seria a morte o "cálice" que ele queria que fosse afastado? Podemos estar quase certos de que não era apenas o medo de morrer que o deixou "em agonia" enquanto "seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra" (Lucas 22:44). Muitos entre o povo de Deus e mesmo alguns ímpios encontraram-se com a morte e hesitaram com medo; mas sabemos com que segurança e tranqüilidade o Senhor suportou a vergonha da cruz.

Não podemos compreender todo o significado dessa agonia por demais tremenda, mas devemos constantemente contemplá-la com respeito e gratidão. Se não fosse o Getsêmani, nunca teria havido o Calvário. Ele tinha o poder de convocar 10 mil anjos e gritar "Chega" a qualquer momento, mas ele passou por tudo aquilo por você e por mim. Onde ele conseguiu força para não desistir? Na epístola aos hebreus, temos mais alguns detalhes comoventes: "Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas cousas que sofreu" (Hebreus 5:7-8). Jesus orou intensamente e verteu lágrimas. Desceu um anjo do céu para consolá-lo e fortalecê-lo, cumprindo Salmo 91:11. Jesus pediu que o "cálice" fosse afastado, mas ele não o foi. Ele ainda tinha de tomar do cálice, mas com a força do Pai e o consolo do anjo, ele teve condições de suportá-lo.

Poucos dias antes dessa agonia no jardim, a impenitência de Jerusalém tinha-lhe arrancado algumas lágrimas; e agora, quando a profunda perversidade dos homens, os pecados dos apóstolos e das autoridades de seu próprio país achavam-se ao seu redor, é bem possível que ele tenha agonizado diante dessa desalentadora perspectiva. Ele tinha amado aquelas pessoas. Ele tinha descido do céu para salvá-las, e elas se apressavam para o pecado mortal, para a completa ruína. Jesus estava bem consciente do fato de que ele seria feito pecado por todo o mundo. Isaías informa-nos que "o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Isaías 53:6). Paulo disse: "Aquele que não conheceu pecado, ele [Deus] o fez pecado por nós" (2 Coríntios 5:21). Uma vez que Deus o fez pecado por todo o mundo, podemos estar certos de que todos os pecados desde o primeiro, cometido por Eva, até o último a ser cometido pelo último homem S todos se fizeram um só fardo de terror acumulado sobre "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Aquele que não tinha pecado estava prestes a ser a nossa oferta pelo pecado. Ele sabia que, por causa de nossos pecados, Deus, o Pai, haveria de abandoná-lo por um breve instante. Na cruz, Jesus exclamou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?". Embora Deus o amasse como Filho, teve de voltar as costas para Jesus por causa dos nossos pecados.

Jesus veio aos apóstolos como se buscasse a compreensão e a afeição deles, em seu isolamento e em sua profunda tristeza. Mas eles dormiam. "Esperei por piedade, mas debalde; por consoladores e não os achei" (Salmo 69:20). Ele disse a Pedro: "Então nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?" (Mateus 26:40). A tentação estava bem perto. Eles precisavam estar atentos; eles precisavam orar.

Três vezes ele agonizou em oração. Com tranqüilidade, ele pôde por fim dizer: "Se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade". Era chegada a sua hora, e ele estava pronto. Ele tinha educa-do a sua vontade humana chegando à completa resignação, à harmonia abso-luta com a vontade do Pai. Ele estava pronto para morrer por você e por mim.

criado por pr.odilon    9:43 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

9 09UTC outubro 09UTC 2008

A Oração Eficaz

1Rs 18.42b-45

A oração é uma comunicação multifacetada entre os crentes e o Senhor. Além de palavras como “oração” e “orar”, essa atividade é descrita como invocar a Deus (Sl 17.6). Invocar o nome do Senhor (Gn 4.26), clamar ao Senhor (Sl 3.4), levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), buscar ao Senhor (Is 55.6), aproximar-se do trono da graça com confiança (Hb 4.16) e chegar perto de Deus (Hb 10.22).
MOTIVOS PARA A ORAÇÃO.
A Bíblia apresenta motivos claros para o povo de Deus orar.
(1) Antes de tudo, Deus ordena que o crente ore. O mandamento para orarmos vem através dos salmistas (1Cr 16.11; Sl 105.4), dos profetas (Is 55.6; Am 5.4,6), dos apóstolos (Ef 6.17,18; Cl 4.2; 1Ts 5.17) e do próprio Senhor Jesus (Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24). Deus aspira a comunhão conosco; mediante a oração, mantemos o nosso relacionamento com Ele.
(2) A oração é o elo de ligação que carecemos para recebermos as bênçãos de Deus, o seu poder e o cumprimento das suas promessas. Numerosas passagens bíblicas ilustram esse princípio. Jesus, por exemplo, prometeu aos seus seguidores que receberiam o Espírito Santo se perseverassem em pedir, buscar e bater à porta do seu Pai celestial (Lc 11.5-13). Por isso, depois da ascensão de Jesus, seus seguidores reunidos permaneceram em constante oração no cenáculo (At 1.14) até o Espírito Santo ser derramado com poder (At 1.8) no dia de Pentecostes (At 2.1-4). Quando os apóstolos se reuniram após serem libertos da prisão pelas autoridades judaicas, oraram fervorosamente para o Espírito Santo lhes conceder ousadia e autoridade divina para falarem a palavra dEle. “E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” (At 4.31). O apóstolo Paulo freqüentemente pedia oração em seu próprio favor, sabendo que a sua obra não prosperaria se os crentes não orassem por ele (Rm 15.30-32; 2Co 1.11; Ef 6.18, 20; Fp 1.19; Cl 4.3,4). Tiago declara inequivocamente que o crente pode receber a cura física em resposta à “oração da fé” (Tg 5.14,15).
(3) Deus, no seu plano de salvação da humanidade, estabeleceu que os crentes sejam seus cooperadores no processo da redenção. Em certo sentido, Deus se limita às orações santas, de fé e incessantes do seu povo. Muitas coisas não serão realizadas no reino de Deus se não houver oração intercessória dos crentes (ver Êx 33.11 nota). Por exemplo: Deus quer enviar obreiros para evangelizar. Cristo ensina que tal obra não será levada a efeito dentro da plenitude do propósito de Deus sem as orações do seu povo: “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara” (Mt 9.38). Noutras palavras, o poder de Deus para cumprir muitos dos seus propósitos é liberado somente através das orações contritas do seu povo em favor do seu reino. Se não orarmos, poderemos até mesmo estorvar a execução do propósito divino da redenção, tanto para nós mesmos, como indivíduos, quanto para a igreja coletivamente.
PRINCÍPIOS E MÉTODOS BÍBLICOS DA ORAÇÃO EFICAZ.
(1) Quais são os princípios da oração eficaz? (a) Para orarmos com eficácia, devemos louvar e adorar a Deus com sinceridade (Sl 150; At 2.47; Rm 15.11). (b) Intimamente ligada ao louvor, e de igual importância, vem a ação de graças a Deus (Sl 100.4; Mt 11.25,26; Fp 4.6). (c) A confissão sincera de pecados conhecidos é vital à oração da fé (Tg 5.15,16; Sl 51; Lc 18.13; 1Jo 1.9). (d) Deus também nos ensina a pedir de acordo com as nossas necessidades, segundo está escrito em Tiago: deixamos de receber as coisas de que precisamos, ou porque não pedimos, ou porque pedimos com motivos injustos (Tg 4.2,3; Sl 27.7-12; Mt 7.7-11; Fp 4.6). (e) Devemos orar de coração pelos outros, especialmente oração intercessória (Nm 14.13-19; Sl 122.6-9; Lc 22.31,32; 23.34).
(2) Como devemos orar? Jesus acentua a sinceridade do nosso coração, pois não somos atendidos na oração simplesmente pelo nosso falar de modo vazio (Mt 6.7). Podemos orar em silêncio (1Sm 1.13) ou em voz alta (Ne 9.4; Ez 11.13). Podemos orar com nossas próprias palavras, ou usando palavras diretas das Escrituras. Podemos orar com a nossa mente, ou podemos orar através do Espírito (i.e., em línguas, 1Co 14.14-18). Podemos até mesmo orar através de gemidos, i.e., sem usar qualquer palavra humana (Rm 8.26), sabendo que o Espírito levará a Deus esses pedidos inaudíveis. Ainda outro método de orar é cantar ao Senhor (Sl 92.1,2; Ef 5.19,20; Cl 3.16). A oração profunda ao Senhor será, às vezes, acompanhada de jejum (Ed 8.21; Ne 1.4; Dn 9.3,4; Lc 2.37; At 14.23; ver Mt 6.16 nota).
(3) Qual a posição apropriada, do corpo, na oração? A Bíblia menciona pessoas orando em pé (8.22; Ne 9.4,5), sentadas (1Cr 17.16; Lc 10.13), ajoelhadas (Ed 9.5; Dn 6.10; At 20.36), acamadas (Sl 63.6), curvadas até o chão (Êx 34.8; Sl 95.6), prostradas no chão (2Sm 12.16; Mt 26.39) e de mãos levantadas aos céus (Sl 28.2; Is 1.15; 1Tm 2.8).

EXEMPLOS DE ORAÇÃO EFICAZ. A Bíblia está cheia de exemplos de orações que foram poderosas e eficazes.
(1) Moisés fez numerosas orações intercessórias às quais Deus atendeu, mesmo depois de Ele dizer a Moisés que ia proceder de outra maneira.
(2) Sansão, arrependido, orou pedindo uma última oportunidade de cumprir sua missão máxima de derrotar os filisteus; Deus atendeu essa oração ao lhe dar forças suficientes para derrubar as colunas do prédio onde os inimigos

criado por pr.odilon    10:33 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

A mulher samaritana.

Texto: João 4.1-30

Introdução: falar resumidamente sobre quem era a mulher samaritana: Uma pessoa discriminada por ser mulher (v.27); uma pessoa rejeitada pelos judeus por ser samaritana (v.9); uma pessoa rejeitada pelos próprios samaritanos por ter vida sexual irregular (v.18). Foi buscar água ao meio-dia (hora sexta, v.6) para não se encontrar com ninguém no poço. O horário de se buscar água era pela manhã. Ela vivia fugindo, se escondendo. Tinha vergonha de si mesma.
A mulher samaritana precisava: encontrar, conhecer, comprometer-se e testemunhar.
Encontrar Jesus
Ele foi até onde ela estava. Não é pelo esforço humano que se encontra Deus. Ele veio até nós.
Conhecer Jesus (etapas; níveis de conhecimento).
O questionamento: O Senhor é maior que o nosso pai Jacó? ( v.12). Jesus é maior.
Uma idéia importante, mas vaga.
Poço ou fonte?
Jacó nos deu um poço natural (v.12). Falar sobre religiões, o que elas nos deram
(herança, v.5) e a insatisfação apesar de tudo isso (sede, v.13). (Jeremias 2.13).
Jacó significa "enganador". Quantos enganadores têm
sido valorizados! (Esta é uma aplicação alegórica do texto).
Jesus nos deu uma fonte espiritual (v.14), viva e eterna, um manancial.
Quem tem a fonte dentro de si, não precisa depender de poços exteriores para ter alegria,
esperança, etc.
Primeiro reconhecimento: O Senhor é profeta (v.19).
Uma idéia correta, mas incompleta.
Muitos vêem Jesus como profeta, como mestre, etc. etc. etc. Isso não os salva.
Valorizam os ensinamentos de Cristo, e não a sua pessoa nem a sua obra.

Segundo reconhecimento: O Senhor é o Cristo (v.29).
Esta é a conclusão indispensável.
Significa o reconhecimento de Jesus como a solução divina para a alma humana.
Significa o reconhecimento de Jesus como o salvador prometido.
Comprometer-se com ele.
"Senhor, dá-me dessa água". (v.15).
Mesmo sem ter ainda pleno entendimento, ela quis o que o Senhor oferecia.
Não adianta reconhecer e não se comprometer.
Testemunhar aos outros a respeito de Jesus.
A mulher foi e anunciou em Sicar sobre seu encontro com Jesus (v.28-29).
A mulher quebrou seu estado de isolamento social, deixou para trás o cântaro e foi
evangelizar. Muitas coisas serão deixadas para trás quando você entregar sua vida a Cristo.

Obs.: se o tempo para a mensagem é pequeno, você pode ir daqui direto para a conclusão.
A samaritana "vivia de história", se alimentava do passado:
"O pai Jacó nos deu o poço…". Estava presa ao passado.
Estava presa à experiência que Jacó teve com Deus. A água do poço de Jacó pode
representar sua experiência com Deus. Foi legítima e exemplar, mas não servia para a
samaritana, não era satisfatória.
A samaritana lançava sua esperança para um futuro distante:
"Quando o Messias vier nos anunciará todas as coisas…"
Mas… como estava seu tempo presente?
"Não tenho marido." Talvez isso não seja problema para algumas pessoas,
mas naquele caso representava o fracasso de uma vida.
Além disso, não sabia onde adorar. Estava espiritualmente desorientada.

A proposta de Jesus:
"A hora vem, e AGORA É". O tempo para a experiência com Deus é o presente.
Este é o momento para se ter uma experiência com Deus.
Você não vai ficar dependendo da água dos outros, da experiência de Jacó,
mas vai ter a sua própria fonte.
Conclusão – os ouvintes da mensagem estão tendo um encontro com Jesus. Ele está falando a cada um agora. Em João 4, Jesus não está pregando para uma multidão. Ele destaca o valor de UMA alma. Agora, os ouvintes precisam reconhecer Jesus com salvador e fazer um compromisso de servi-lo. Bom momento para o apelo. Diga a Jesus: "Senhor, dá-me dessa água."

criado por pr.odilon    10:30 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

Com uma Multidão no Deserto

Após meses de campanha estressante, o candidato se encheu de orgulho quando ficou de pé diante dos milhares de correligionários. Apenas poucos dias antes da eleição, agora era sem dúvida o auge de sua campanha. As noites sem dormir, as viagens intermináveis e os incontáveis discursos pareciam não importar naquele momento. Ele havia começado a campanha com um grupo pequeno de amigos que tinham as mesmas convicções e a mesma ideologia para um governo melhor. Agora, ele estava num palanque, num enorme estádio municipal, para discursar à multidão de fãs barulhentos e empolgados. A maioria das pessoas não conhecia o candidato pessoalmente, nem estavam muito familiarizados com o seu estilo, seus métodos e a sua filosofia. Quando todos por fim fizeram silêncio e o candidato exuberante começou a falar, ele rapidamente sentiu que um desastre estava prestes a ocorrer. Começou entre os ouvintes um suave murmúrio por causa de uma afirmação do candidato; depois, ficou mais forte e alguns começaram a gritar em oposi’e7ão aos princípios dele. Por fim, abriram-se as portas e os milhares desordenados saíram, deixando o candidato rejeitado com uns poucos amigos leais na amplidão vazia daquele estádio.

O Filho de Deus fez uma campanha espiritual entre um grupo de judeus voltados para a política. Quando começou, não impressionou muito, tendo nascido praticamente na pobreza e sendo criado num lugar como a Galiléia. Quando por fim ele levou o seu ministério ao público, as coisas começaram lentamente a se voltar a seu favor. Ele havia reunido um grupo pequeno de discípulos. Eles tinham uma missão que se limitava à casa de Israel. João Batista conquistou a atenção das multidões ao declarar a vinda do Messias; e foi morto por Herodes. Os rumores e os boatos acerca dos milagres de Jesus tinham chegado aos ouvidos de Herodes, e agora ele queria encontrar Jesus. À medida que Jesus continuava a curar os doentes e as notícias continuavam a se espalhar, as pessoas começaram a afluir para ele.

Quando se aproximou a Páscoa, Jesus e os discípulos se retiraram de Cafarnaum e atravessaram o mar da Galiléia. Retirado no monte, Jesus pôde contemplar através da vasta área do deserto, e o que viu comoveria o coração de qualquer homem S literalmente milhares de judeus, (muitos deles por causa da Páscoa), atravessando o deserto para encontrá-lo (João 6). A casa de Israel finalmente estava mostrando algum sinal de correspondência. Essa reação deve ter parecido magnífica para os discípulos!

Quando Jesus alimentou esses milhares com cinco pães e dois peixinhos, todos ficaram estupefatos. Comeram, fartaram-se e começaram a aclamá-lo rei! Mas Jesus rapidamente se retirou dali e mandou embora os discípulos. Não desincentivada por esse acontecimento, a multidão, ainda com o sabor do peixe e do pão na boca, buscaram-no de novo até encontrá-lo. A popularidade de Jesus tinha chegado ao máximo finalmente, e parecia que não cessariam de vir os seguidores.

Mas agora, no auge da campanha, aconteceu uma reviravolta drástica e repentina. Jesus recusou-se a agradar a multidão de discípulos cuja fome era de pão físico, não espiritual. Rejeitou um exército de soldados que estavam ansiosos para coroá-lo rei político, mas se recusavam a reconhecê-lo como o Filho de Deus e deixá-lo reinar em seus corações. Com ousadia, Jesus declarou a verdade espiritual aos homens de mente carnal, e eles acharam que essa pregação era ofensiva. Os clamores de elogio e adoração apagaram-se, e "muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele" (João 6:66).

Pode se imaginar o efeito sóbrio que tudo isso causou nos Doze, que ha-viam começado a campanha espiritual com poucos discípulos, presenciaram o seu crescimento até chegar a este ajuntamento de milhares e agora mais uma vez se acham sós com o Senhor. Jesus deve ter percebido que ficaram abala-dos. "Vocês também vão embora?", perguntou ele. A resposta deles dependeria não somente de quanto tinham entendido da natureza do reino espiritual, mas de quanto eles confiavam nele. Pedro respondeu pelo grupo leal. "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus" (João 6:68-69). O entendimento que tinham do "pão da vida" talvez não fosse muito maior que o da multidão desatenta (veja Marcos 6:52), mas certamente eles criam que ele era o Cristo de Deus e estavam dispostos a continuar e aprender mais. Uma fé humilde assim por parte dos poucos agradava mais ao Senhor que o entusiasmo superficial dos milhares que não enxergam além das próprias barrigas.

Os homens carnais ainda podem ser atraídos aos milhares pela comida e pela bebida carnais. Infelizmente, alguns pregadores trocaram o verdadeiro Pão da Vida por salsichas e frangos fritos, para manter uma multidão de seguidores. Mas verdadeiramente abençoados são aqueles discípulos, embora poucos, que depositaram a confiança no Pão do céu, o Santo de Deus

criado por pr.odilon    10:28 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

Na cruz Jesus gritou:

O grito de Jesus em Mateus 27:46 desafia todo o estudante da Bíblia. Há várias interpretações para o texto, e devemos ser cuidadosos para não sermos dogmáticos sobre nosso entendimento de tais textos difíceis. Ao mesmo tempo, o desafio de entender tais versículos freqüentemente nos ajuda a apreciar mais plenamente a grandeza do amor e da graça de Deus. Este versículo não é exceção.

As palavras de Jesus são tiradas diretamente do Salmo 22:1, escrito cerca de 1000 anos antes da morte de Cristo. A maior parte deste salmo é uma profecia do sofrimento que Jesus suportou na cruz, e é citada repetidamente no evangelho, nas narrações da crucificação. O versículo inicial nos lembra que o maior sofrimento que Cristo suportou não foi a dor física da cruel cruz, mas a agonia emocional de morrer só.

Para compreender melhor este conceito, ajuda partir de Gênesis 2:17, onde Deus por primeiro anunciou que o pecado resulta em morte. Ele advertiu que a desobediência a sua lei traria a morte, a morte imediata! Quando continuamos a estudar Gênesis, percebemos que o Senhor não estava contemplando a morte física. Adão e Eva pecaram, mas a vida física do primeiro homem continuou por mais de nove séculos. Fisicamente, ele não morreu naquele dia. Mas ele e sua esposa foram separados de Deus expulsos do jardim naquele mesmo dia.

Mais tarde aprendemos que a morte é uma separação. A morte física é a separação do espírito do corpo (Eclesiastes 12:7; Tiago 2:26). A morte espiritual é a separação do homem de Deus, que acontece por causa do pecado (Isaías 59:1-2; Efésios 2:1,12). O salário do pecado do primeiro casal foi sua separação de Deus. Sofremos a mesma conseqüência hoje: "O salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23).

Jesus veio para pagar o preço por nossos pecados. Ele morreu em nosso lugar. Sua exclamação em Mateus 27:46 parece mostrar que a verdadeira tortura de seu sacrifício vai além da dor física. Por causa de nosso pecado, ele sofreu separação de seu Pai. Ele morreu.

Neste ponto, precisamos ser cuidadosos para não irmos além do que foi revelado. Podemos ser tentados a procurar explicar exatamente como ele foi separado, ou por quanto tempo. Mas Deus não disse, por isso não devemos desenvolver teorias especulativas sobre o que ele não disse. Contentemo-nos em ser gratos pelo grande amor que levou Jesus a sofrer em nosso lugar.

criado por pr.odilon    10:26 — Arquivado em: Estudos Bíblicos

Daniel - O Profeta do Reino

Daniel era adolescente quando Nabucodonosor invadiu a sua terra natal e o levou para a Babilônia. Esse era só o começo do cativeiro babilônico e da devastação da nação judaica. Poucos anos depois, mais uma leva de cativos foi levada embora, estando Ezequiel entre ela. Logo após isso, o último ataque se deu, e a destruição do templo e de Jerusalém ficou quase completa.

Na Babilônia, pela providência de Deus, Daniel rapidamente ganhou fama e poder por causa de sua conduta impecável e de sua sabedoria (veja Ezequiel 14:14, 20; 28:3). Ele recebeu das autoridades babilônicas cargos de responsabilidade durante os 70 anos de domínio da nação, tendo recebido cargos também dos persas, que se seguiram aos babilônios.

Daniel sabia de que forma funcionavam os reinados da terra, e como eram frágeis e passageiros. O próprio Israel, sua nação, já tinha sido importante e próspera sob o domínio de Davi e de Salomão. Agora achava-se em ruínas. Ao longo da vida de Daniel, caiu a Assíria, levantou-se a Babilônia e depois veio também a cair. Então, parece adequado que Deus o tenha escolhido para profetizar com respeito ao "reino que não será jamais destruído" (Daniel 2:44).

Daniel relata dois sonhos importantes pertinentes ao reino de Deus. O primeiro foi o sonho de Nabucodonosor durante o segundo ano de seu reinado (Daniel 2). O segundo foi o sonho de Daniel no primeiro ano do reinado de Belsazar (cerca de 60 anos após o sonho de Nabucodonosor).

No sonho de Nabucodonosor, ele tinha visto uma grande figura com cabeça de ouro, peito e braços de bronze e pernas de ferro e barro. Depois que os sábios do reino já não conseguiam contar o sonho do rei e interpretá-lo, Daniel, pela revelação divina, assim fez.

A cabeça de ouro representava o Império Babilônico (606-536 a.C., ). A parte de prata representava o reino seguinte à Babilônia, o Império Medo-Persa (536-330 a.C.) S um reino inferior à Babilônia. A parte de bronze representava o reino seguinte, o qual reinaria sobre toda a terra S o Império Grego (330-146 a.C.). O quarto reino era o Império Romano (146 a.C.-476 d.C.). Seria nos dias desses reis, os romanos, que o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais haveria de ser destruído (Daniel 2:44).

No sonho de Daniel, uns 60 anos mais tarde, ele viu quatro feras que se levantavam do mar. Uma como um leão, outra como um urso, outra como um leopardo e a quarta com dez chifres, descrita como "animal, terrível, espantoso e sobremodo forte". Essas feras representavam as mesmas quatro potências mundiais representadas pela imagem que Nabucodonosor viu (Daniel 7:15-27), sendo a quarta o Império Romano que foi por fim dividido, conforme a representação dos dez chifres. Depois Daniel vê "um como o Filho do Homem", que "dirigiu-se ao Ancião de dias" para receber "domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações, e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído" (Daniel 7:13-14).

Jesus nasceu no reinado do imperador romano César Augusto (Lucas 2:1). Após ser crucificado pelas autoridades romanas e após ressurgir dos mortos, imediatamente antes de subir ao céu, ele afirmou que toda autoridade lhe tinha sido dada no céu e na terra (Mateus 28:18). O escritor de Hebreus declara que, como cristãos, recebemos um reino que não pode ser abalado nem mudado (Hebreus 12:28). Paulo afirma que os que receberam a redenção e o perdão em Cristo foram transportados "para o reino do Filho do seu amor" (Colossenses 1:13-14).

Não resta dúvida sobre quando se estabeleceu o reino da profecia de Daniel. Foi quando Jesus ressurgiu dos mortos, subiu ao céu e sentou-se à direita do Pai, sendo feito assim Cristo e Senhor (Atos 2:30-36). O que se viu e ouviu no Dia de Pentecostes deram provas de que isso realmente aconteceu (Atos 2:33). Como disse Pedro, Cristo estava assentado à direita de Deus, tendo recebido "domínio, e glória, e o reino". Embora Pedro afirme que Jesus ressuscitou de entre os mortos para subir até a direita de Deus e se sentar no trono de Davi (recebendo, assim, um reino), Paulo diz que ele ressurgiu para subir até a direita de Deus para ser o cabeça da igreja e de todas as coisas: "O qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as cousas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, o deu à Igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as cousas" (Efésios 1:20-23).

Assim, o Deus do céu de fato estabeleceu seu reino nos dias do quarto reino S exatamente como Daniel o predisse. Esse reino (pedra cortada sem auxílio de mãos) encheu toda a terra (veja Colossenses 1:23 ) e ainda permanece S muito depois de "o vento os levou [as quatro potências mundiais] e deles não se viram mais vestígios" (Daniel 2:35).

Como Daniel sabia que tudo isso ia acontecer? Deixe que ele fale por si mesmo: "Mas há um Deus no céu, o qual revela mistérios" (Daniel 2:28). Na verdade, Daniel era o profeta de Deus que tratou do reino.

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Céu ou Inferno: Qual é sua escolha?

(Mateus 7:13) - Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos (Mateus 7:14) - E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
• Deus quer que todos os homens se salve; mas ele deve fazer sua parte para com Deus:
(I João 4:8) - Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.
(I Timóteo 2:4) - Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.
(Romanos 14:12) - De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.
• Os que iram para os inferno:
(Salmos 9:17) - Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.
(Hebreus 3:12) - Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. (Hebreus 3:13) - Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; (Hebreus 3:14) - Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.
(II Pedro 2:20) - Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
(II Timóteo 4:10) - Porque Demas me desamparou (abandonou) - (Abandonar a Deus) (Apocalipse 21:8) - Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
• Deus se revela a nós:
(Romanos 1:19) - Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
• Os idolos são inanimado:
(Jeremias 10:5) - São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem.
(I Corintios 8:3) - Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele. (I Corintios 8:4) - Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. (I Corintios 8:5) - Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), (I Corintios 8:6) - Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.
(João 8:44) - Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
• O inferno não se apaga é sofrimento, não temais que possa matar sua alma.
(Marcos 9:48) - Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.
(Mateus 10:28) - E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.
• O homem só morre um vez:
(Hebreus 9:27) - E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,
• Para que haja salvação temos que fazer:
(João 3:16) - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
(João 14:6) - Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
• Não há salvação sem ser por Jesus Cristo:
(I Timóteo 2:5) - Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
(Atos 4:12) - E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.
• Purificação do pecado é só pelo Sangue de Jesus e também a Salvação:
(I João 1:7) - Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (I João 1:8) - Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. (I João 1:9) - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
(Hebreus 5:9) - E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;
• Somos abençoados com todas as bênção celestiais em Cristo, por isso, a cura e o perdão dos pecados estão garantido pelo sacríficio de Jesus na Cruz.
(Efésios 1:3) - Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo;
(Apocalipse 21:4) - E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
(I Corintios 2:9) - Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.
(Romanos 8:18) - Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
(I Corintios 15:19) - Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
(I João 3:2) - Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
• O retrato que os pintores pinta em relação a Jesus não faz jus a verdadeira imagem dEle:
(Isaías 53:1) - QUEM deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
(Apocalipse 1:11) - Que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro;(Apocalipse 19:14) - E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. (Apocalipse 19:15) - E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. (Apocalipse 19:16) - E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
Conclusão: Devemos adorar o Senhor Jesus e seguir, também praticarmos o seu ensinamento, para temos uma vida dentro da Vontade de Deus.

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Deus Separando Seu Povo

A Separação Pela Promessa
"Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei" (Gênesis 12:1).
Assim Deus começou a separar um povo especial que iria receber bênçãos especiais e por meio do qual "serão benditas todas as famílias da terra" (Gênesis 12:3).
O primeiro filho de Abraão nasceu da escrava Hagar, mas Ismael, nascido "segundo a carne" (Galátas 4:23), não era o filho da promessa. Deus disse a Abraão: "Sara, tua mulher, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque; estabelecerei com ele a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência" (Gênesis 17:19).
Isaque casou-se com Rebeca, e ela concebeu gêmeos. "Os filhos lutavam no ventre dela; então, disse: Se é assim, por que vivo eu? E consultou ao Senhor. Respondeu-lhe o Senhor: Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais ve-lho servirá ao mais moço" (Gênesis 25:22-23). A promessa não haveria de se cumprir por meio do mais velho dos gêmeos, Esaú, mas pelo mais novo, Jacó.
Os doze filhos de Jacó passaram a ser a nação de Israel, quando Moisés os tirou do Egito. Mas uma tribo foi destacada através da qual o Salvador prometido viria. Quando Jacó estava velho, ele abençoou a Judá. "O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os seus povos" (Gênesis 49:10). Mais tarde, Deus especificou que Davi, o descendente de Judá, seria o ancestral do Messias (Salmos 89:3-4; Atos 2:30).
Quando Paulo tratou de como Deus escolheu os que seriam os antepassados de Cristo, ele disse: "Assim, pois, não depende de quem quer, ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia" (Romanos 9:16). O homem não determinou quem traria a salvação ao mundo S Deus sim. Ele escolheu os que quis e depois registrou as suas promessas para que, quando se cumprissem, a nossa fé pudesse ser forte. A salvação ocorreu por meio de Jesus, filho de Davi, filho de Judá, filho de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão.
A Separação Física
Deus também separou seu povo dos pagãos que o cercavam. A ordem a Abraão era: "Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai" (Gênesis 12:1). Ismael foi separado de Isaque; Jacó, de Esaú. E, mais tarde, a família de Jacó foi obrigada a sair da terra de Canaã e se estabelecer no Egito. Quando Deus tirou o povo do Egito pelas mãos de Moisés, deu-lhe uma lei que lhe proibia de casar-se com as nações pagãs de Canaã para onde estavam indo e de participar de algum modo do culto pagão. Ele tinha de ser um povo separado.
Dois Motivos
Deus separou o seu povo por dois motivos importantes:
O primeiro era para demonstrar que a salvação vem pelos planos de Deus. As promessas foram feitas milhares de anos antes de Cristo e escritas por Moisés por volta de 1400 a.C. A separação física daqueles por meio de quem a promessa da vinda do Messias iria ser realizada fez cumprir-se o objetivo de preservar a linhagem de Abraão como algo distinto. Quando Jesus nasceu, seus antepassados eram conhecidos (Mateus 1:1-16; Lucas 3:23-28). Ele, à semelhança de Isaque, nasceu de acordo com a promessa.
O segundo motivo por que Deus separou o seu povo dos idólatras que o cercavam era para evitar a contaminação com o culto e a imoralidade deles. Quando Deus prometeu dar a Israel a terra de Canaã, uma terra cheia de gente idólatra, ele disse: "Não farás aliança nenhuma com eles, nem com os seus deuses. Eles não habitarão na tua terra, para que te não façam pecar contra mim; se servires aos seus deuses, isso te será cilada" (Êxodo 23:32-33). Os cristãos têm a advertência: "As más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33) e "Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei" (2 Coríntios 6:17). A separação do mal e das más influências é tão importante para os cristãos quanto o foi para Israel.
Conclusão
Entre as várias provas de que Jesus é o Cristo está o fato de que ele veio exatamente como prometido.
Devemos imitar os que se separaram dos que os cercavam. Somos nação santo, povo de propriedade de Deus (1 Pedro 2:9) e, portanto, separados.

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